Consórcio Maior Empregabilidade

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LinkedIn no Politécnico de Santarém

Cartaz

“Aposta na tua carreira. Vem descobrir o LinkedIn” foi o desafio lançado aos estudantes do Politécnico de Santarém, numa iniciativa conjunta do Consórcio Maior Empregabilidade e da Forum Estudante no âmbito da Academia Maior Empregabilidade.

O Professor João Samartinho, do Politécnico de Santarém, deu as boas vindas referindo a importância da ferramenta LinkedIn no que diz respeito à adesão a uma rede de profissionais ativos e a quem, os estudantes, podem dar-se a conhecer, quer sejam da sua área profissional ou de outras.

Gonçalo Gil, da Forum Estudante, felicitou os estudantes que se inscreveram na formação, dada a relevância cada vez mais preponderante do LinkedIn nos processos de recrutamento, mas também na gestão das redes entre profissionais. A formação terá como objetivo apresentar a ferramenta, a importância da sua utilização, assim como os devidos cuidados e vantagens de estar presente nesta rede social profissional.

Durante duas horas no dia 3 novembro 2021, 153 estudantes das 5 escolas do Politécnico de Santarém, participaram numa sessão de formação inicial sobre a rede profissional LinkedIn com a formadora Cristina Carita da Forum Estudante.

Na voz dos participantes:

Os conteúdos foram abordados de forma prática e com clareza, o que permitirá elaborar ou melhorar o perfil orientando-o para objetivos bem definidos.”

Workshop bastante interativo e de partilha de conhecimento acerca do Linkedin, uma rede profissional que pode contribuir para a entrada no mercado de trabalho.

Saber que o LinkedIn é uma plataforma muito importante para as empresas e que tenho de investir nela para melhorar as minhas oportunidades.

Achei super útil para iniciar um perfil no LinkedIn e começar a criar conexões.”

Workshop Online Empregabilidade e Carreira

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A Forum Estudante e a Adecco, no âmbito do Consórcio Maior Empregabilidade realizaram um Workshop Online para os mais de 50 estudantes do 3º e 4º ano do curso Enfermagem, da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

Cristina Carita, da Forum Estudante/CME, apresentou as 7 soft skills mais importantes na área da saúde, reforçando a necessidade de preparação para a procura de emprego e para a aprendizagem ao longo da vida.

Ludovina Ferreira, da Adecco, partilhou as principais técnicas de procura de emprego: Carta, CV, Entrevista e Linked In.

Um agradecimento especial ao Dr Luis Ceia, administrador do SAS, pelas palavras de abertura. Às professoras Albertina Marques e Maria José Fonseca por terem motivado os estudantes. E à Dra Maria José Machado, do Gabinete de Apoio ao Aluno, pelo desafio lançado e pela forma como organizou toda a sessão.

CME e a Colaboração

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Entre 7 de junho e 12 de julho de 2021, os membros do CME participaram no Programa de Formação da Academia de Liderança Colaborativa, com o módulo Fatores Críticos de Sucesso da Colaboração composto por 5 sessões: liderança, comunicação, participação, avaliação e confiança.

Modelo

Esta iniciativa foi promovida pela Forum Estudante em parceria com o IPAV, contou com mais de 30 participantes e teve como formador o Doutor Rui Marques.

De acordo com um dos participantes, a principal aprendizagem desta formação foi “a importância de cada uma das dimensões abordadas para o sentido de pertença e alinhamento nas instituições. O papel fundamental que cada um de nós tem para o cumprimento de cada uma das dimensões. Refletimos durante estes módulos naquilo que podemos fazer para ter organizações e pessoas felizes e realizadas e na importância que as lideranças assumem para a concretização de cada uma das dimensões que abordamos.”

Empregabilidade e Economia Social

Oradores 29jun2021

O Consórcio Maior Empregabilidade recebeu cinco convidados para ajudar os membros a refletir sobre o tema da Empregabilidade e Economia Social.

Catarina Marcelino, Vice-Presidente do Instituto da Segurança Social, referiu que o setor social tem como principal objetivo a resposta a cuidados com base no emprego especializado (qualificado ou não), com enfoque na área da saúde e ciências sociais. No entanto, existe necessidade de outros perfis: coordenação de serviços, trabalho comunitário com espaço de intervenção para outras ciências: Gestão, Antropologia, Direito, Sociologia, entre outras. Referiu ainda que a interdisciplinaridade nas intervenções são uma mais valia, congregando os diferentes saberes e encontrando soluções alternativas e inovadoras. Por outro lado, o PRR irá trazer uma excelente oportunidade para desenvolver novas respostas e equipamentos sociais, potenciando o emprego no setor social que, não tendo valores salariais elevados, é uma área de trabalho segura e muito valorizada com uma grande diversidade de intervenções.

Manuel de Lemos, Presidente da União das Misericórdias Portuguesas, corroborou as ideias anteriores, referindo que se trata de uma economia solidária que congrega imensas áreas: história, arte, pintura, gado, hospitais,… Considera que a área da saúde é predominante (com 19 hospitais), mas que a gestão e equipas de juristas são fundamentais no setor social e que existe muito interesse em reforçar a relação com as IES no sentido de robustecer a qualificação e capacitação dos colaboradores. Concorda que os salários não são elevados, mas existe um sentimento de responsabilidade social para com os colaboradores e segurança já que os colaboradores pertencem às organizações durante muitos anos e não correm o perigo de serem deslocalizados para outras zonas, nomeadamente, outros países, como no caso corporativo, por exemplo.

José Macário Correia, membro da Direção da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) referiu que é necessário aumentar as qualificações para que se aumente a empregabilidade no setor, com mais de 5 mil organizações da economia solidária relacionadas com a infância, a deficiência, os idosos, a saúde, entre outros. A pandemia revelou a carência de recursos humanos nos lares, por exemplo, o que deve ser potenciado com novos recursos. Referiu ainda a predominância de uma mentalidade burocrática de funcionário público, quando é necessário ser proactivo e combativo, gerar riqueza aumentando o produto, motivando e sendo empresário. A importância da atitude é fundamental: das pessoas, das escolas, do Estado.

Eduardo Pedroso, Economista da CASES, apresentou um documento com informação que caracteriza o setor da economia social em Portugal: presença em todo o território, empregos duradouros (estáveis e seguros), com múltiplas atividades em diferentes setores, com contratos e horários fixos, inclusivo (pessoas com deficiência, mulheres em cargos de direção, pessoas estrangeiros), conciliação da vida profissional e pessoal, incentivo à autonomia, entre outros. 

Inês Sequeira, Diretora do Departamento de Empreendedorismo e Economia Social da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, colocou o foco da sua intervenção nos inovadores sociais e empreendedores, referindo a importância de se informarem e orientarem os jovens para as diversas alternativas, nomeadamente, trabalhar o propósito e colocar a economia social como uma área de trabalho com potencial. Os jovens estão preparados e motivados, mas sem saber para onde se direcionar. É preciso partilhar conteúdo, informação e comunicação atrativa para os jovens. Reforça a importância de estreitar parcerias e criar pontes entre as IES (e a sua oferta) e as organizações da economia social.

Uma reunião com várias questões, comentários e sugestões entre os convidados e oradores que permitiram identificar várias pistas de trabalho, nomeadamente no que diz respeito ao estreitar das relações entre as organizações da economia social e as instituições de ensino superior.

Webinar sobre Desafios da Empregabilidade Jovem

sobrinho teixeira e miguel cabrita

Cerca de 150 pessoas estiveram presentes no Webinar “Empregabilidade dos diplomados do Ensino Superior: Desafios em tempos de pós-pandemia” onde se debateu o tema sob diferentes perspetivas e olhares: o da tutela, o das instituições de ensino superior, o dos estudantes e o das organizações empregadoras.

 Os grandes desafios na perspetiva das políticas públicas

João Sobrinho Teixeira, Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, reforçou a importância das qualificações para uma melhor preparação para o futuro, nomeadamente, em termos de empregabilidade, seja para os jovens à procura do primeiro emprego ou para pessoas em transição de carreira. A aprendizagem ao longo da vida é fundamental nos dias de hoje e as competências digitais assumiram uma preponderância que há alguns anos assumiam a capacidade de falar mais que um idioma e, ainda mais atrás, o saber ler e escrever.

Miguel Cabrita, Secretário de Estado Adjunto, do Trabalho e da Formação Profissional, reforçou as palavras do colega e acrescentou a atualização de conhecimento logo à saída do ensino superior, da reskilling e upskilling constante para que o perfil seja empregável e ajustado às necessidades do mercado de trabalho.

 A perspetiva das Instituições de Ensino Superior

O CRUP, representado pelo seu vice-presidente, Paulo Ferreira, deu ênfase à necessidade de responder de forma eficiente e rápida à dinâmica acelerada que o mercado assumiu, com a criação de modelos mais ágeis com novas ferramentas de atualização e requalificação que permitam um desenvolvimento de competências sem a necessidade de um novo diploma ou grau académico (passaporte de competências com micro credenciação).

Pedro Dominguinhos, presidente do CCISP, referiu a importância da flexibilidade dos currículos, a uma maior diversificação da oferta formativa e o envolvimento de diversos agentes locais para fazer face à dinâmica do mercado e às necessidades dos diferentes territórios. A aposta numa abordagem diversificada, ou seja, customizada a cada perfil e área de formação, integrando e potenciando a relação com os alumni como embaixadores.

O diretor executivo da APESP, Miguel Copetto, reforçou a importância de se criar uma educação para o risco, preparando os jovens para a incerteza e complexidade, permitindo destacar a inovação, o empreendedorismo e a criação do próprio emprego, como uma abordagem preponderante para o futuro.

 Outros olhares sobre a empregabilidade

Na perspetiva dos estudantes, o presidente da FNAEESP, Tiago Diniz identificou vários desafios: acesso a computador e internet tornou-se uma necessidade básica de todos os estudantes, maior participação dos estudantes pelo que há necessidade de uma maior utilização de metodologias ativas de aprendizagem, capacitação do corpo docente em práticas pedagógicas online, entre outros, relacionados com a autonomia e independência dos jovens para a criação de um novo núcleo familiar.

Conceição Pereira, em representação do IPDJ, apresentou o programa Empreende Já, para capacitação de jovens NEET na criação de ideias inovadoras de empreendedorismo social, um projeto que existe desde 2016.

Da CASES, a vice-presidente, Carla Ventura, apresentou o setor da economia social como um setor de elevado potencial de empregabilidade, já que tem a tendência para se comportar em contra-ciclo em momentos de crise.

Vânia Borges, diretora de recursos humanos da Adecco Portugal, referiu o percurso que as empresas fizeram em termos da criação de protocolos profissionais de onborading, acompanhamento e supervisão de jovens colaboradores e estagiários nos últimos 18 meses. Por outro lado, revela que os jovens têm uma vantagem em termos de flexibilidade, disponibilidade e capacidade de adaptação para a aceleração do mercado. Deixa como repto final a importância da criação de parcerias entre empresas e IES no sentido de ajustar os currículos às necessidades das empresas com cursos que passem a ter uma forte componente prática.

Para o encerramento, António Leite, vice-presidente do IEFP apresentou duas ideias fortes: 1) as transições a que assistimos têm que ser para melhorar a qualidade de vida, logo, o objetivo é o de apoiar a criação de emprego, mas não custe o que custar, já que importa criar condições de acesso a empregos de qualidade; e 2) a democratização do acesso à educação tem uma componente de compromisso do Estado muito forte, mas não deixa de ser uma responsabilidade coletiva: a empregabilidade é de todos e de todas: IES, setor público e privado, empresas, tutela, economia social, entre outros.

Notícia Forum Estudante: https://forum.pt/empregos/quais-os-desafios-da-empregabilidade-de-jovens-diplomados-no-pos-pandemia